O espaço aéreo brasileiro é todo mapeado e controlado através do Sisceab (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro), cujo órgão central é o Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), subordinado ao Comando da Aeronáutica.
Ambos são responsáveis por planejar, regulamentar e cumprir normas e regras internacionais relativas ao controle do espaço aéreo, além de operar, atualizar e manter a infra-estrutura de comunicação e navegação de aviação no Brasil.
O controle do espaço aéreo no país é feito por um conjunto de quatro unidades administrativas e de monitoramento, os Cindacta (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Espaço Aéreo). São eles que detectam as aeronaves que sobrevoam a área de cobertura, utilizando uma rede de radares e estações de telecomunicação.
ESTRADAS NO CÉU - Divididas pela altitude, centenas de aerovias (\'estradas\' no espaço aéreo) cruzam o País determinando rotas de aviação. Os aviões que por elas trafegam são fiscalizados pelos ACC (Centro de Controle de Área), cujas sedes estão distribuídas pelo território nacional.
Quando as aeronaves se aproximam de áreas de aeroportos, como em São Paulo, Rio de Janeiro ou Curitiba, o monitoramento passa a ser feito pelos APP (Centro de Controle de Aproximação).
Dentro dos aeroportos e num raio de 10 quilômetros em torno deles, o acompanhamento é feito pela Torre de Controle, que detém o contato visual com os aviões que pousam ou decolam dos aeroportos.
Em cada um destes centros há equipes de controladores de tráfego aéreo operando.
De acordo com o Ministério da Defesa, atualmente existem 13.245 profissionais trabalhando no controle do espaço aéreo no Brasil.
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