
Uma das principais expositoras, a Gulfstream afirmou que a feira deste ano foi mais proveitosa que a última, realizada em 2005. Essa Labace foi melhor, mais movimentada, com mais clientes potenciais, disse a gerente de marketing da empresa no país, Ana Paula Company. Nos três dias de feira, entre quinta-feira e sábado passados, foram vendidos 31 aviões executivos.
Entre os expositores estavam os principais fabricantes de aviões do tipo, como Cessna, Dassault, Bombardier e Embraer. No local, estavam expostos tanto aeronaves a hélice como jatos e também helicópteros.
Dentre os produtos expostos, havia modelos para todos os segmentos desse mercado, desde um monomotor a hélice de US$ 1 milhão até um grande jato executivo com capacidade de viagens transcontinentais, de mais de US$ 100 milhões.
As vendas na Labace são reflexo do estágio da economia mundial, disse o presidente da ABAG, Rui Thomaz Aquino. Segundo ele, cada vez mais a aviação geral se apresenta como um instrumento de desenvolvimento e uma ferramenta importante para grandes corporações.
O resultado é inferior ao esperado pela promotora do evento, a Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG), que previa US$ 200 milhões em negócios.
No total, mais de 5 mil pessoas compareceram ao local do evento, no aeroporto de Congonhas.
(José Sergio Osse | Valor Online)
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