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Este fato, significa sua liberação quase total para aeronaves executivas, que precisam de uma pista menor para suas operações. Na prática o uso se restringe a aviões comerciais menores que o MB-120-Brasília, o ATR 42 E 72 e o Fokker 50. A crise aérea, somada às novas restrições de vôos em Congonhas, têm provocado um aumento diário no vaivém de aeronaves comerciais no Aeroporto de Jundiaí.
Em questão de duas semanas, é possível que a quantidade de pousos e decolagens alcance um número 60% maior, comparado aos balanços de tráfego antes dos problemas.
A previsão vem acompanhada de obras: a licitação para a reforma do aeroporto já foi publicada na internet e será aberta oficialmente para as empresas interessadas no dia 15 de outubro.
Os serviços prevêem a construção de acesso aos hangares e a criação de uma nova sede para o Aeroclube de Jundiaí, que será transferido a um outro local para permitir a expansão do aeroporto.Tudo está sendo feito rapidamente, analisou o comandante Luiz Carlos Vieira de Andrade, presidente do Aeroclube. Logo de início, a nossa previsão é que uma torre de comando seja inaugurada até 30 de outubro. Com isso, o número de pousos e decolagens vai continuar a crescer. Hoje Jundiaí recebe uma média de 120 vôos por dia. Esses números são um grande salto quando comparados aos de dois anos atrás, quando o aeroporto recebia 50 vôos por dia.
De acordo com o comandante, pela proximidade com São Paulo, existe uma preferência da aviação em utilizar o aeroporto de Jundiaí, em detrimento dos localizados em Sorocaba e Bragança Paulista. Sem dúvida, por ser um pólo logístico, muitos pilotos têm optado por Jundiaí.
Desde setembro a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária - Infraero - está autorizada a encabeçar as mudanças necessárias no aeroporto do município. A previsão do Daesp é que a ampliação do aeroporto seja realizada em 300 dias corridos após a assinatura do contrato com a empresa vencedora da licitação.
Fonte:Aerobusiness
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