
As empresas de táxi aéreo têm uma frota total de 450 jatos executivos e turboélices, sem contar helicópteros, monomotores e bimotores, estima o superintendente do Sneta, Fernando Alberto dos Santos. De acordo com o executivo, a quantidade total de aviões do setor estava estagnada há dois anos, porque eles não tinham a demanda que surgiu principalmente após a crise aérea.
Todo o setor de transporte aéreo ficou triste com o acidente (em Campo de Marte), mas ele não deve ter impacto negativo. O usuário do táxi aéreo é bastante esclarecido, afirma Santos. O presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), Adalberto Febeliano, tem avaliação parecida. O público que usa o táxi aéreo sabe que é um caso fortuito, diz.
Segundo Febeliano, a aviação executiva brasileira, que engloba toda a aeronave não envolvida com o transporte aéreo regular, está entre as três maiores do mundo, com aproximadamente 1.550 aeronaves. Dentre elas 350 jatos, 550 turboélices e 650 helicópteros. O País perde para as cerca de 25 mil aeronaves dos Estados Unidos e se reveza em segundo lugar com o México e com o Canadá.
Fonte: Agência Estado (06/11/2007)
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